HTML

Conheça o HTML, uma das linguagens mais usadas no cotidiano

segunda-feira, 24 de agosto de 2020 | Comentários

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O HTML está presente em nossas vidas todos os dias, seja ao acessar um e-mail, ler as notícias online ou simplesmente atualizar as redes sociais e visualizar um vídeo no YouTube pelo navegador.

Mas o que significa HTML? Ele é a sigla do inglês Hypertext Markup Language, que pode ser traduzido como Linguagem de Marcação de Hipertexto. A maioria das pessoas já viram ou ouviram falar sobre ele, mas não sabem o que de fato ele significa.

Esse é o seu caso? Então continue e a leitura e saiba tudo sobre o assunto!

O que é HTML?

Ele é o responsável por mostrar ao navegador como um conteúdo deve estar estruturado. No caso, é uma linguagem que pega o conteúdo “cru” e organiza na tela. Sem o HTML, a web seria uma espécie de TXT básico, sem a presença de nenhum link sequer.

Porém, não é só de formatação de texto que o HTML vive.

Se a página tem imagens, é ele que especifica onde e como elas serão apresentadas. Se tem tabela, é ele que explica para o navegador como ela é montada.

E mais: ele vai além daquilo que se vê. Se a página contém metadados para outras ferramentas, é o HTML que cuida disso também.

Cada página que existe na Internet é um documento em HTML ou um Documento Dinâmico que gera um HTML para o navegador. A partir do que está escrito no documento, o navegador irá agregar outros elementos na página, como:

  • Imagens;
  • Sons;
  • Vídeos.

Ficou confuso? Vamos dar um exemplo prático para facilitar o entendimento.

Pensando na língua portuguesa, ela serve para estruturar aquilo que você quer dizer. Em uma oração, por exemplo, é preciso geralmente ter um sujeito, um verbo e o predicado.

O HTML também é uma linguagem e você utiliza regras para organizar aquilo que quer dizer e o que a página irá mostrar. Essas regras e elementos semânticos do HTML são chamados de Tags.

As Tags são usadas para formar qualquer objetivo identificável, como:

  • Lista;
  • Parágrafo;
  • Campos de formulários;
  • Vídeos;
  • Imagens.

O navegador entende essas marcações, que são invisíveis para o usuário normal, e transforma o documento na página que todos nós visualizamos.

Quando surgiu o HTML?

Se o HTML é hoje uma parte fundamental das páginas web, devemos agradecer a Tim Berners-Lee, conhecido como o pai da Internet. Foi ele que pegou a linguagem de marcação genérica SGML do Cern e usou como padrão para criar o HTML, em 1989.

É claro que uma linguagem não serve de nada sem uma ferramenta que a entenda. Foi por isso que ele também projetou o navegador e um servidor que a entendesse.

Isso deu tão certo que, em 1994, ele começou a ganhar novos elementos, fazendo nascer o HTML 2.0.

A evolução continua em andamento. Atualmente, a linguagem já está na versão 5.2, lançada em dezembro de 2017, sendo que a versão 5.3 já está sendo trabalhada.

Principais tags do HTML

De cara, qualquer arquivo HTML deve iniciar com a seguinte declaração, que define justamente que trata-se de um arquivo HTML.

HTML-exemplo

Em seguida, há a Tag HTML propriamente dita, que define o início e o fim da demarcação do HTML.

HTML-exemplo

A tag HEAD representa o cabeçalho da página, que não chega a ser visualizado por quem acessar. Ela traz informações bem importantes, como as meta tags com as informações para a indexação de motores de sites de busca.

HTML-exemplo

O HTML versão 5.0 trouxe novas possibilidades para a linguagem de marcação. Algumas muito úteis, como é o caso das Tags que suportam vídeos e sons. Esse foi o motivo para essa versão ter ficado tão famosa.

Os principais elementos que ela trouxe ao HTML foram:

  • Semânticos, trazem um significado maior para o conteúdo;
  • Gráficos, oferecem a possibilidade de criação de animações;
  • Multimídia, com os vídeos e sons que mencionamos, que, antes dessa versão, precisavam de plugins externos para funcionar, como Flash.

Apesar de ainda ser importante conhecer sobre o HTML, já existem muitos frameworks que são utilizados para a criação de código. Raramente um código complexo é escrito manualmente.

Os frameworks mais conhecidos são:

Uma das grandes vantagens de utilizar qualquer um deles é a criação de códigos responsivos, que irão adaptar o site a todas as resoluções e telas. Só por isso já vale a pena adotar um framework.

Existem também as ferramentas reativas, como React, Angular e Vue, que trabalham de uma forma um pouco diferente, mas ainda assim geram o HTML no final do processo.

HTML é a mesma coisa CSS?

É muito comum as pessoas confundirem, pensando que HTML e CSS são a mesma coisa. O HTML até pode definir alguns poucos elementos de apresentação, mas ele é a linguagem estrutural.

Ou seja, o HTML marca os elementos que serão mostrados em blocos, como os parágrafos, ou aqueles elementos mais importantes no texto, como ênfase ou reforço.

Já o CSS cuida do aspecto puramente visual e explica como o elemento estrutural deverá ser exibido. É onde você diz para o navegador que um título é verde, por exemplo, ou que um parágrafo tem uma distância de 20 pixels em relação ao próximo.

Isso significa que você dá instruções de fonte e outras apresentações que não tenham a ver com a estrutura do conteúdo.

Sempre existiu uma certa confusão entre semântica e apresentação na web. No início, era função do HTML especificar a fonte de um texto, com a Tag <font>  ou deixar um texto piscando usando a Tag <font>.

Mas a W3C foi organizando os processos e, gradualmente, forçou a separação maior entre HTML e CSS, fazendo com que algumas Tags não fossem mais usadas.

Hoje em dia, se você quer especificar a fonte usada no seu documento, basta usar o CSS para isso.

Quer se aprofundar ainda mais sobre HTML? Então assista o vídeo que os nossos nerds preferidos publicaram no canal Código Fonte TV.

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