Tudo sobre WordPress

Calendário06/05/2020 - Atualizado em 26/05/2020

Tudo Sobre WordPress

Introdução ao WordPress

Quando a internet ainda engatinhava como principal meio de comunicação, negócios e interação do mundo, construir um site era algo complexo. Esse tipo de tarefa era complicada, e os resultados nem sempre eram bonitos e funcionais, afinal, faltavam ferramentas, recursos e conhecimento para que a criação de sites fosse algo acessível.

Com o passar dos anos, o uso da web se tornou popular. Com isso, surgiram novas necessidades no mundo virtual, e entre elas, simplificar a construção de sites. Essa demanda levou ao início do surgimento de sistemas interativos, gratuitos e colaborativos para gestão e criação de conteúdo, como o WordPress.

Criado em 2003, o WordPress veio para democratizar o desenvolvimento de sites. Ou seja, para transformar uma tarefa muito exclusiva em algo possível de ser feito pela maioria dos usuários da internet.

Hoje o WordPress é um dos Gerenciador de Conteúdo mais popular e utilizado para o desenvolvimento de sites em todo o mundo. Ele é um sistema completo e de alta confiabilidade para a criação, sendo capaz de atender desde blogs mais simples até grandes lojas virtuais.  

Sua popularidade cresceu muito nos últimos anos devido à facilidade de uso e ao grande portfólio de recursos para a criação dos mais diversos projetos. É um sistema livre, com código aberto e gratuito que oferece ferramentas para a criação de sites de forma intuitiva e completa.  

Sua extensa comunidade de usuários também faz do WordPress um CMS em constante evolução, sendo que muitas pessoas contribuem para a melhoria da plataforma e surgimento de novos recursos dentro e fora dela.

Atualmente, a plataforma domina entre 50 a 60 por cento do market share de CMS, fazendo dele o Sistema de Gerenciamento de Conteúdo mais utilizado do mundo por sete anos consecutivos!

Estima-se que existem mais de 24 milhões de sites desenvolvidos com o CMS na web. Aqui no Brasil, a plataforma tem um market share de 43%, o que representa mais de 130 mil sites.  

E não pense que a plataforma é utilizada apenas para sites pessoais ou de pequenas empresas. Gigantes como Magazine Luiza, Spotify, CNN e até mesmo a Microsoft possuem páginas desenvolvidas com o WordPress.  

Para que você possa conhecer melhor a plataforma e entender todo o potencial do WordPress para o seu projeto, vamos trazer conceitos, exemplos de uso e muitas dicas para, como:  

  1. O que é o WordPress;
  2. Como funciona a plataforma;  
  3. Tipos de sites que você pode criar um WordPress;
  4. Principais temas de plugins;  
  5. Como criar um site em WordPress;
  6. Dicas de otimização e segurança;  
  7. Dicas extras para desenvolver com sucesso no WordPress.

O que é WordPress?

Antes de falarmos sobre o potencial do WordPress ou como criar um site incrível com ele, vamos entender como o ele surgiu e se desenvolveu até o patamar que se encontra hoje. Nesta primeira etapa vamos explicar o que é CMS e o que é Wordpress.  

O que é CMS? 

Essas três letras formam a sigla para Content Management System, ou seja, Sistema de Gerenciamento de Conteúdo. Essa ferramenta concentra diversas funcionalidades que tem objetivo facilitar a criação, edição do conteúdo e da estética de sites e páginas dentro de um site.

Basicamente, o que um CMS faz é traduzir para comandos simplificados e intuitivos o trabalho que um programador executa com linhas de código.

Programar é algo bastante complexo e exige um certo tempo de treino e aperfeiçoamento. O que um CMS faz é “libertar” o desenvolvedor da necessidade de codificar tudo do zero, transformando a criação em uma demanda mais simples e acessível, tanto para profissionais da tecnologia quanto para desenvolvedores independentes ou agências de comunicação e marketing. 

O CMS foi uma verdadeira disrupção no universo da internet. Com ele, o nível de exigência técnica para construir um site bem completo caiu de maneira acentuada. 

Isso representou um ponto de virada importante. O acesso das pessoas e empresas à internet foi ampliado, especialmente com foco na necessidade de geração de conteúdo para criar presença digital. Usando esse tipo de sistema, as empresas ficaram livres da necessidade de acionar um programador a cada nova alteração ou novo conteúdo inserido em seu site.

Os CMSs se apresentaram como uma solução digital eficiente e com ótimo custo benefício. Alguns dos sistemas de gerenciamento são open source. Ou seja, são gratuitos e permitem modificações em seu código para que sejam englobadas algumas melhorias feitas pelos próprios usuários.

Se engana quem pensa que essa inovação trouxe prejuízos aos programadores. Eles continuaram atuando no mercado de desenvolvimento de sites, porém, agora com uma poderosa ferramenta para economizar tempo de trabalho e transformar a criação em algo menos empírico (ou seja, feito com base na tentativa e erro) e mais preciso. 

Isso resultou em economia de tempo no desenvolvimento de projetos, o que permitiu aos profissionais realizar mais em menos tempo.

E o que é o WordPress?

Dentro de uma definição mais técnica, podemos apresentar o WordPress como um Sistema de Gerenciamento de Conteúdo que opera no formato Open Source, permitindo modificações em seu código para torná-lo cada vez melhor. 

A linguagem de programação utilizada no WordPress é a PHP. Ela é uma linguagem de script open source utilizada mundialmente, e considerada uma das mais adequadas para o desenvolvimento web, podendo ser embutida dentro do HTML.

No site do WordPress é possível ter um pouco mais de contato com a missão do sistema, que representa seu objetivo dentro da web. Segundo a definição, o WordPress é “um software desenvolvido para todos, com ênfase na acessibilidade, performance, segurança e facilidade de uso”.

O WordPress é um software desenvolvido para todos, com ênfase na acessibilidade, performance, segurança e facilidade de uso.

site do WordPress.org

O sistema utiliza baixos requisitos de sistema para fazer dele uma ferramenta democrática e que estimula a produção de conteúdo. E, de fato, estamos falando de um programa simples, leve, capaz de ser acionado pela internet e sem a necessidade de instalação no seu PC.

Contudo, apesar da sua simplicidade inicial, o WordPress é uma poderosa ferramenta capaz de dar origem a sites complexos, completos, totalmente funcionais e responsivos. 

O WordPress define sua comunidade de usuários como receptiva e inclusiva. Um dos destaques importantes do WordPress não é a ferramenta em si, mas a grande quantidade de usuários que se comunicam através de fóruns e apresentam aos demais suas modificações e melhorias. 

Essa questão das melhorias segue as diretrizes do GNU Public License, criado pela Free Software Foundation. De acordo com os termos, existem quatro liberdades básicas para os usuários da plataforma. São elas: 

  1. De usar;
  2. De aprender mais sobre o uso e realizar modificações;
  3. Para compartilhar suas modificações;
  4. Para distribuir globalmente as alterações desenvolvidas pelos usuários.

Sobre a gratuidade do WordPress e seus elementos, é importante saber que ele é uma ferramenta sem custos de uso para desenvolvimento. Porém, muitos dos recursos desenvolvidos para WordPress são monetizados por quem os cria.

A disponibilidade gratuita é uma escolha dos desenvolvedores, e alguns deles cobram pelo uso de suas criações. Mas não precisa ficar decepcionado, o que não faltam são recursos free à disposição de todos! As soluções pagas costumam apresentar valores bem acessíveis e com bom custo-benefício. 

O WordPress também conta com uma comunidade muito engajada e colaborativa. É da mente criativa dos milhões de usuários que surgiram temas, plugins, ferramentas novas, correções de bugs e aprimoramentos de segurança. E tudo isso é visto e ouvido pela empresa.

Vale a pena conhecer o fórum oficial do WP e descobrir o que está sendo discutido e avaliado pelos usuários neste momento. Divirta-se e fique espantado com a quantidade de conteúdo disponível!

Como surgiu o WordPress?

Em um contexto de desenvolvimento e uso cada vez maior da internet, era de se esperar que houvesse um momento de ruptura envolvendo a produção de sites. Em algum momento seria necessário democratizar essa tarefa, desvinculando o surgimento de um site da necessidade de contratar um programador para criar um site e alimentá-lo com conteúdos.

Isso se tornou ainda mais pertinente conforme a internet se tornou o principal meio informativo e comunicacional do planeta, já que muitas pessoas e empresas buscavam recursos para criar seus sites e poucos profissionais atuavam para atender essa demanda. 

Esse é o tipo de desafio que sempre impulsionou a indústria da tecnologia: fazer mais e melhor com menos barreiras intelectuais e técnicas. E, em 2003, o WordPress surge exatamente nesta vertente.

Playthumb

Sua origem vem de um projeto chamado B2Cafelog, que era uma plataforma de gestão de conteúdos para blog. Também feito sobre a linguagem PHP, o B2Cafelog foi criado por Michael Valdrighi em 2001, mas que foi abandonado em 2003 após o desaparecimento do criador.

A comunidade de usuários já era grande, e logo as pessoas começaram a ficar preocupadas com a falta de suporte após o sumiço de Valdrighi. Foi aí que surgiram duas figuras importantes da comunidade do Cafelog: Mike Little e Matt Mullenweg. Eles eram, ao mesmo tempo, usuários e desenvolvedores do sistema.

Os dois já tinham em mente a necessidade de existência de um CMS melhor. Porém, estudavam formas de separar a geração de conteúdo do gerenciador. Esse tipo de problema ocorria com o Cafelog e com um de seus concorrentes, o famoso Blogger. As pessoas podiam criar seus blogs, porém, tudo era alocado no servidor, ficando sob responsabilidade da empresa.

Munidos de conhecimento de programação em PHP - somados pelo abandono de Michael Valdrighi - Mike Little e Matt Mullenweg começaram a desenvolver um CMS novo, capaz de oferecer mais liberdade de publicação e ainda mais ferramentas a quem queria desenvolver um site. Surgia então o embrião do que conhecemos hoje como WordPress. 

Com a queda do Cafelog, Little e Mullenweg começaram a trabalhar firme no desenvolvimento de seu projeto. A ideia era a mesma: um CMS open source, só que mais completo e capaz de produzir sites “independentes”, sem ficar atrelado como acontecia com o Blogger e Cafelog. Com isso, surge o WordPress.

Linha do tempo do WordPress

Em 2003 surge a primeira versão do WP. Ela apresentava aos usuários alguns dos recursos que ficaram famosos na plataforma, como:

  • Capacidade de moderar comentários;
  • Possibilidade de inserção de links de forma amigável;
  • Primeiros conceitos de categorização com foco em SEO. 
     

Em maio de 2004 surgiu a versão 1.2, que traz ao mundo os plugins, dentre eles, o famoso Hello Dolly (que na verdade é mais uma brincadeira dos desenvolvedores). Ainda em 2004 ocorre a criação do bbPress, que fomenta os fóruns WordPress.com e WordPress.org até os dias de hoje. Começa aqui o grande salto colaborativo.  

Em 2005 é criada a Automattic (empresa que gerencia a marca WordPress e seus ativos) e surge o WordPress.com. A partir desse momento, a plataforma era capaz de dar origem a sites independentes de seus servidores. 

Para entender melhor o que isso representa, pense da seguinte maneira: cada site tinha em seu endereço a extensão “.wordpress.org”, ou seja, eles eram hospedados dentro do servidor do WP. Com a criação do WordPress.com, o CMS passou a ser utilizado para desenvolver sites capazes de serem hospedados em outros servidores. 

Algum tempo depois, a Automattic começa a receber os primeiros aportes financeiros para manter o projeto do WordPress como software open source. A versão 1.5 (Strayhorn) foi a primeira lançada após o impulso financeiro e trouxe novidades interessantes, como funcionalidade de temas.

Em 2005 saiu a versão 2.0 (Duke) e o famoso anti-spam de comentários Akismet. Durante os próximos anos, os desenvolvedores e a Automattic focaram em estabilidade e consolidação da plataforma, e em 2006 ocorre o primeiro WordCamp, evento oficial da plataforma para reunir desenvolvedores, usuários e entusiastas. 

Em 2009 é lançada a versão 2.5 (Brecker), com grandes alterações de back end. As mudanças foram muito intensas (recebendo algumas críticas, inclusive), mas foram fundamentais para a versão seguinte, batizada de 2.7 (Coltrane). Surgem inovações como o API Shortcode, inclusão de plugins na instalação e sticky posts. 

Da versão 2.7 até a 3.0 surgiram grande mudanças e houve uma grande ampliação no portfólio de plugins e temas disponíveis. Nesse período, a Automattic recebe nada menos do que 30 milhões de dólares do New York Times e Polaris. Com esse dinheiro foi feita a compra da BuddyPress, a “rede social” dos WordPressers.

Entre 2010 e 2012 surge a fundação WordPress e acontece o registro da marca e da logo. Surge a versão 3.0 (Thelonius) com mais recursos. Neste biênio, o WP concentrava 14% dos sites da internet, consolidando sua magnitude no mercado.

Entre 2012 e 2014 surgem mais ferramentas, como o administrador de mídia e o suporte audiovisual e a possibilidade de escrever sem distração, e a plataforma alcança mais de 20% dos sites da web.

Em 2015, ocorrem grandes jogadas do time WP. Surge a API REST, que transforma o WP em um FrameWork completo e acontece a compra do WooCommerce, um plugin capaz de transformar um site em WP em uma loja virtual. Essa mudança colocou a WP como uma das principais concorrentes no mercado do comércio eletrônico, batendo de frente com gigantes como Shopify e Magento.

No ano seguinte, as edições do WP começam a focar na responsividade dos sites e na capacidade de desenvolvimento com foco no mobile. Esse se manteve o foco da empresa, juntamente com as constantes melhorias. 

Em 2019 surge o editor de conteúdo Guttenberg, um editor bem mais rico, mais simples de usar e que utiliza blocos para formar os posts. Essa mudança surgiu na versão 4.8 e se tornou um “item de série” na versão 5.0.

Curiosidade: Como muitos desenvolvedores compartilham a paixão pelo jazz, todas as versões do WordPress são batizadas em homenagem a jazzistas famosos, tais como Miles Davis, John Coltrane e Thelonious Monk.

Como funciona o WordPress?

Mesmo prezando pela usabilidade e praticidade, existem algumas informações e peculiaridades sobre o WordPress que merecem a atenção de todas as pessoas que pretendem construir um site ou compreender um pouco mais sobre este universo.

A primeira é a diferença entre as duas modalidades de uso: a comercial e a gratuita. 

As duas versões são muito utilizadas: não é a toa que o WordPress é a plataforma que dá origem a 34% de toda a internet. Mas o que isso significa, e que relação tem com as duas modalidades? Basicamente, esses dados demonstram que, seja você uma pessoa a fim de escrever um blog ou uma empresa desenvolvendo um site, o WordPress tem uma solução adequada.

Leia mais: 7 razões para criar seu site com WordPress

WordPress.com e WordPress.org: conhecendo as diferenças

WordPress.org

A primeira coisa que você deve saber sobre as versões “.com” e “.org” é o produto. Com o WordPress.org, uma pessoa garante acesso gratuito ao software de gestão de conteúdo, o CMS propriamente dito. 

Tudo o que um usuário pode garantir para seu site ao optar pelo WP.org é o uso do sistema de gerenciamento de conteúdo, ou seja, será preciso encontrar uma hospedagem e um domínio para o site ou blog que está sendo criado. 

Essa opção é interessante pois concede uma ferramenta com a qualidade WordPress, mas que garante ao usuário a liberdade para definir o layout, a quantidade de páginas presentes no site e muito mais.

E vale lembrar que a ferramenta não se limita apenas a um blog ou site simples. Ao instalar o CMS da WordPress, o desenvolvedor pode criar desde um pequeno diário pessoal até uma loja virtual. 

Veja abaixo alguns pontos importantes sobre o WP.org que você deve ter em mente:

  1. Download e instalação por conta do desenvolvedor do site;
  2. Necessário possuir hospedagem e domínio antes da instalação;
  3. Recomenda-se uma hospedagem em servidor linux;
  4. As atualizações do WordPress não são feitas de modo automático, sendo necessário ao usuário realizar a busca e instalação das novas versões;
  5. Os plugins também demandam atualização manual;
  6. Liberdade total para alteração estética, sem ficar preso aos modelos do WordPress.

WordPress.com

Já a versão WordPress.com oferece o CMS embutido junto com outros serviços, como a hospedagem do seu site e o registro de um domínio. A principal vantagem é a possibilidade de deixar tudo nas mãos do WP, desde a ferramenta para construir o layout até as questões técnicas de domínio e hospedagem.

Em sua versão gratuita, as principais vantagens do WP.com são:

  1. Atualização automática da versão do WordPress;
  2. Backup automatizado do conteúdo que você criou;
  3. A hospedagem do WP fica “espalhado” em diversos servidores, sendo assim, há poucas chances de seu site ficar fora do ar devido à tráfego intenso ou outros problemas técnicos;
  4. Fornece ferramentas fáceis para desenvolvimento estético do site;
  5. Sem dores de cabeça relacionados à busca por um serviço de hospedagem e registro do domínio.

Dentre as principais desvantagens estão:

  1. Menor possibilidade de customização estética do site, ficando atrelado às opções fornecidas pelo WordPress.com;
  2. Necessidade de pagamento para desbloquear algumas opções muito importantes, como personalização do domínio e dos links gerados pelas páginas;
  3. Restrição no uso de alguns recursos como plugins e analytics;
  4. Impossibilidade de adicionar banners de publicidade, Google AdSense e código JavaScript.

WordPress.com pago e gratuito: as vantagens e diferenças entre as modalidades e planos

A modalidade gratuita do WP possui algumas limitações de uso e de recursos. Ela consegue cumprir tranquilamente sua premissa inicial, mas para obter um site completo e mais customizável será necessário optar pelas versões pagas do WordPress.com.

Existem diversos planos, sendo que cada um deles apresenta um pacote diferente de recursos. A principal diferença entre o WP.com pago e o gratuito é a possibilidade de utilizar um domínio de sua escolha.

Pode parecer pouco relevante para algumas pessoas, mas isso é fundamental para ampliar a credibilidade e facilitar o ranqueamento e busca das páginas do seu site. 

Para que fique mais claro, veja o exemplo!

  • Imagine que você vai abrir uma página para sua clínica veterinária.
  • Na modalidade gratuita, o endereço do seu site fica “preso” ao nome WordPress, sendo que a URL aparece da seguinte maneira: clinica.wordpress.com
  • As páginas e posts dentro dele também ficam grafados com a marca WP.
  • Vamos imaginar que dentro do site há uma página de banho e tosa, o endereço ficaria assim: clinica.wordpress.com/banhoetosa.
  • Não há demérito nenhum em utilizar a versão grátis do WP.com. Contudo, URLs mais simples e diretas (como clinicaveterinaria.com.br ou clinicaveterinaria.com) são mais profissionais e confiáveis.

Então, se eu optar por utilizar o WP.com eu nunca poderei ter um site sem a presença do “.wordpress.com”? Não! Caso você contrate qualquer um dos planos pagos, você ganha o direito de usar o seu domínio.

O WP.com sabe que não pode prender seus usuários a estampar sua marca na URL deles. Porém, estabelece uma espécie de troca com quem pretende usar a versão free: ele dá a ferramenta e você divulga o serviço nas suas URLS.

.org ou .com: qual eu devo escolher para meu site WordPress?

Se você ainda não está certo sobre o seu projeto, está com pouco dinheiro ou quer apenas desenvolver uma página pessoal para alguns conteúdos, vá fundo na versão free sem medo de ser feliz. 

Porém, se você precisa de algo mais profissional e customizável, vai ser preciso fazer um pequeno investimento. 

E se você é uma pessoa que não gosta de amarras e quer apenas a qualidade do CMS WordPress, que é um dos melhores do mundo, então, sua opção deve ser a versão 

“.org”.

Quais são os principais recursos presentes no WordPress? 

Ninguém escolhe nada a toa, certo? Uma escolha é movida por motivos, influências ou fatos. E com o WordPress não seria diferente. Até agora falamos sobre facilidade de hospedagem, customização de domínio, utilização do CMS e plugins. 

Mas o que são esses recursos? Veja os principais recursos oferecidos pelo WordPress e qual é a funcionalidade de cada um deles.

Editor de Páginas e Posts

Com a ferramenta de criação de páginas, é possível inserir mais páginas dentro do site e categorizá-las, definindo com simplicidade sua hierarquia e qual a lógica de acesso a cada uma delas. 

O editor de posts, por sua vez, é uma poderosa ferramenta para criação de conteúdos. É possível redigir textos, inserir vídeos, galerias de fotos e muito mais. 

Veja também a nossa live no Facebook - Gutemberg: conheça o novo editor do WordPress

Biblioteca de mídia

Faça upload de fotos, vídeos, arquivos de texto, GIFs, PDFs e muitas outros formatos para a sua biblioteca de mídia.

Ela também conta com um editor simples para realizar alterações em imagens  (como girar uma foto ou fazer um corte).

Gerenciador de comentários

Abra um canal de interação com o seu público e tenha o controle sobre tudo o que é comentado pelos usuários. A curadoria de comentários é fundamental para evitar alguns episódios constrangedores ou para não receber comentários do tipo spam.

Editor de aparência

Com um vasto catálogo de templates e elementos estéticos, o WordPress permite que você personalize a estética do seu site sem a necessidade de escrever uma linha de código. A quantidade de opções gráficas vai depender do plano selecionado pelo usuário. 

Para saber mais sobre temas, confira o item Temas & Plugins deste Guia sobre WordPress. 

Widgets

Widgets são elementos de interação que facilitam o acesso à certas ferramentas ou funcionalidades do site. Eles são muito úteis para diversas situações e podem acrescentar mais pontos positivos para a experiência de uso.

Plugins

Plugins são ferramentas que podem ser adicionadas à programação do site para oferecer alguns recursos ao site. 

Eles podem ser altamente funcionais, como o ContactForm e o Akismet, ou apenas visuais e cômicos, como o já mencionado Hello Dolly. O WP ainda conta com um dashboard de administração dos plugins, onde é possível atualizá-los e realizar instalação e desinstalação.

Gerenciador de usuários

Controle o acesso à dashboard de administração do site e atribua diferentes níveis de controle. Esse recurso é muito importante para empresas ou grupos de pessoas que possuem diferentes atribuições na administração e produção de conteúdo para o site.

Que tipos de sites posso criar com WordPress?

Como você pode imaginar, o WordPress é completo o bastante para dar origem a sites bem diversos. Contudo, vamos destacar as principais categorias para deixar ainda mais claro qual o potencial desta ferramenta perante a sua necessidade.

Blog

Vamos começar pelo começo! E o início do WordPress foi focado neles, os blogs. Esses sites têm como característica comum o fato de serem estruturalmente mais simples e não necessitarem de muitos recursos. 

A maioria têm foco em texto e alguns elementos de mídia audiovisual, o que significa que sua complexidade é baixa. 

Veja também: Manual do blog: tudo que você precisa saber para criar um blog do zero

Portfólio

Portfólios são sites criados por artistas, freelancers, arquitetos e fotógrafos (cabem mais profissões aqui, porém, vamos ficar nesses 4 exemplos) para apresentar seu trabalho e as informações de contato para contratação dos serviços. 

Geralmente, os temas para portfólio são bastante visuais e bem bonitos, o que é fundamental para profissionais que trabalham com estética. Existem muitos temas do WordPress focados na construção de portfólios, dá para perder algumas horas até escolher o mais interessante para seu trabalho.

Portais

Os portais costumam ser sites que concentram muito conteúdo escrito (e, em alguns casos, audiovisual também). Sites de notícias são os melhores exemplos de portais. A estrutura deles é cheia de páginas e muito conteúdo, e o foco é distribuir esse conteúdo de maneira organizada por seções e tópicos.

Apesar de serem complexos e cheios de categorias e subcategorias, os portais podem ser estruturados tranquilamente no WordPress. Contudo, dado à sua intenção de captar muitos acessos, é fundamental escolher um plano com mais capacidade de upload de mídia e que esteja em um servidor capaz de suportar o volume de acessos. 

Site Institucional

Empresas, indústrias, eventos de grande porte e até mesmo figuras públicas costumam oferecer uma página institucional. É uma forma de apresentar com mais detalhes suas atividades. O WP possui uma vasta gama de temas e elementos para construção dos sites institucionais, inclusive existem muitos plugins úteis para esse tipo de site. 

Grandes empresas, como a Toyota e Sony Music, desenvolveram seus sites institucionais com o WordPress, e o resultado ficou à altura da grandeza dessas instituições. Se o seu foco é construir um site institucional, pode ter certeza que o WordPress será muito bem-vindo em seu projeto.

Fóruns

Assim como os blogs, os fóruns costumam ter uma estrutura bem simples e que requer poucos recursos. Esse tipo de site costuma focar na criação de tópicos de discussão e interatividade entre os usuários

Com alguns plugins e o uso do tema certo, a criação de um fórum no WordPress se torna bem simples. 

Sites de downloads

Costumam concentrar links e arquivos de softwares, colocando-os à disposição dos visitantes para download. A estrutura também é simples e requer poucos elementos gráficos. A grande necessidade aqui é de um espaço mais amplo para upload dos arquivos. 

Sites comerciais

Diferente dos institucionais, os sites comerciais têm como finalidade efetuar as vendas através do e-commerce. Aqui, entram duas vertentes:

E-commerce

Os sites comerciais são focados no e-commerce, ou seja, a loja virtual como a conhecemos. O WordPress ficou ainda mais poderoso frente aos concorrentes (como Shopify e Magento) quando adquiriu o WooCommerce, um plugin que “transforma” a estrutura do site para suportar os recursos necessários em uma loja virtual.

Marketplaces

Os marketplaces são sites que podem captar a busca de um usuário e apresentar os produtos e ofertas de outros sites, porém, concentrados em um único local. Geralmente, os marketplaces possuem recursos para comparação de preços e filtros de busca avançados, mas tudo isso pode ser desenvolvido sem problemas com o uso dos temas certos e dos plugins recomendados. 

Veja mais: Como montar uma loja virtual

Resumindo: É possível fazer quase todo tipo de site com o WordPress. A sua ampla diversidade de temas, plugins e recursos de infraestrutura permite que ele se apresente como uma plataforma plural e capaz de atender as mais diversas necessidades.

E nunca é demais ressaltar que sites com estrutura mista também são feitos com o WP. Se uma empresa quer fazer um site que mescla a estrutura institucional com um e-commerce e ainda englobar um blog, é possível usar o WordPress e ter bons resultados.

WordPress x Outros CMSs

É claro que o WordPress não reina sozinho no universo dos CMSs, apesar de ser um dos grandes líderes do mercado. Existem outras ferramentas que têm finalidade semelhante ao WP, contudo, existem algumas diferenças básicas entre elas.

Primeiramente, vamos elencar alguns das principais alternativas ao WordPress. São eles:

  1. Joomla!
  2. Drupal
  3. Bitrix
  4. Serendipity
  5. Ghost
  6. Shopify
  7. Magento
  8. TYPO3
  9. Squarespace
  10. Textpattern
  11. Prestashop

Existem muitos outros CMS além desses mencionados acima. Alguns são feitos com código aberto e uso grátis, enquanto outros não abrem a possibilidade de alteração e cobram pelo serviço.

No geral, todos listados são boas ferramentas e podem cumprir as demandas de um CMS satisfatoriamente. Mas é preciso ficar atento. Nem todos os CMSs são tão multifacetados e plurais como o WordPress, isso significa que eles podem não ser o mais adequado para o desenvolvimento de um certo tipo de site.

Vamos ao exemplo do Magento e do Shopify. Eles são ferramentas exclusivamente desenvolvidas para a criação de lojas virtuais, marketplaces e grandes e-commerces. 

Quando o assunto é a criação de um site comercial, eles são muito bons e competem de igual para igual com o WordPress (por meio do plugin WooCommerce). Porém, se você tentar desenvolver um portfólio utilizando esses CMSs, é improvável que a qualidade seja a mesma de um desenvolvido em WP.

Resta conhecer um pouco mais sobre os principais concorrentes e quais são as diferenças entre eles e o WordPress. Dividiremos em dois segmentos: 

  1. A comparação entre WordPress com Drupal e Joomla, que são os principais concorrentes na produção de sites de conteúdo;
  2. A comparação entre WordPress, Shopify e Magento, que focam no comércio eletrônico.

WordPress, Joomla e Drupal

Já faz algum tempo que esse 3 CMSs estão despontando como os favoritos do mercado. Estimativas de uso e repartição de market share demonstram um grande favoritismo desse trio perante os demais, inclusive frente aquele que foi o, digamos, pai dos CMSs, o Blogger.

Os números a seguir foram baseados em um estudo da NetCraft, grande empresa de segurança digital, tecnologia de dados e análise da web. 

De acordo com a pesquisa envolvendo 1,6 bilhão de sites, o WordPress concentra 59,7% do mercado de CMS com mais de 22 milhões de sites ativos. Logo atrás vem o Joomla 6,7% do mercado e 1,8 milhão de sites ativos. Fechando o pódio está o Drupal 4,7% do mercado e mais de 500 mil sites ativos.

Existe uma diferença grande de popularidade entre os CMSs. Contudo, mesmo com a liderança isolada do WP, é importante conhecer as alternativas e descobrir o que elas oferecem.

Joomla

Assim como o WordPress, o Joomla tem seu código aberto, o que permite a criação de aplicações poderosas. Elas são os plugins desse CMS, portanto, executam função bastante semelhante. Da mesma forma que os plugins são ótimas soluções no WP, as aplicações ajudam muito os desenvolvedores que usam Joomla a montar um site de forma rápida, precisa e simplificada. 

Atualmente, é possível encontrar sites famosos que foram desenvolvidos com este CMS, alguns exemplos são:

  1. O portal da montadora francesa Peugeot;
  2. O site oficial dos esportistas Michael Phelps e Roger Federer;
  3. O site do Governo Argentino;
  4. O portal da Nintendo em alguns países europeus, como Dinamarca, Noruega, Suécia e Finlândia.

Assim como o WordPress, o Joomla é muito elogiado pela clareza e praticidade ao se utilizar seu painel de controle. Os comandos são simples, a navegação não oferece dificuldades e há um bom número de recursos nativos, inclusive para cuidar do SEO das páginas. 

A instalação do CMS é simples e está disponível em diversos idiomas. O Joomla oferece a possibilidade de utilizar o servidor deles para construção de um site (e, assim como WordPress, a versão grátis tem algumas limitações). Também é possível fazer o download do CMS e inserir dentro do seu site.

Em termos estéticos e de customização, o Joomla é tão grandioso quanto o WP, permitindo o uso de temas e adição de aplicações e recursos desenvolvidos pelos usuários.

Um detalhe bem interessante: no site do Joomla você encontra logo de cara a possibilidade de assistir vídeos e conteúdos selecionados para aprender como se usa a ferramenta. Isso é algo pequeno, porém, já demonstra toda a preocupação da equipe para auxiliar os usuários. 

Drupal

Assim como seus concorrentes, o Drupal é bastante completo e serve para montagem de sites diversificados, desde institucionais simples até grandes portais de conteúdo. 

A principal diferença para seus concorrentes é que ele é uma plataforma mais robusta e escalável. Ou seja, caso seu site tenha um número de acessos maior do que o esperado, ele vai “dar conta do recado” até que a transição para um servidor maior seja feita. 

Além desse detalhe técnico, os desenvolvedores consideram o Drupal uma ferramenta um pouco mais complexa e com grande poder de alteração e personalização de back-end. Contudo, dentre os três líderes do mercado, esse CMS é o que exige mais conhecimento técnico por parte dos desenvolvedores.

Isso não significa que um iniciante não vai conseguir desenvolver um site com o Drupal, porém, a tarefa exigirá mais absorção de conteúdos, estudo e prática. 

Atualmente, alguns sites grandes usam o Drupal, como é o caso de:

  1. Os portais educacionais das Universidades de Harvard e Stanford, duas das mais importantes dos EUA e do mundo;
  2. Redes Sociais, como o Twitter e o Pinterest;
  3. Portal Institucional da Nokia e da Timex;
  4. O portal do Governo Australiano.

Curiosidade: Recentemente, o Drupal perdeu um grande cliente, o Governo Americano. O site mudou de CMS com a chegada da nova equipe de Governo e desde de 2017 opera utilizando o WordPress.

O CMS possui todas as funcionalidades necessárias para criar grandes websites, com alta funcionalidade e rapidez de acesso. Sua qualidade de uso pode ser comparada com o WP e o Joomla sem grandes discrepâncias. Contudo, existe uma diferença bem grande que merece o destaque.

Enquanto Joomla e WordPress oferecem suas versões completas, com direito a hospedagem e domínio, o Drupal é totalmente grátis e opera somente no formato de CMS disponível para download.

Em termos estéticos, o Drupal é muito livre e permite grandes alterações, mesmo oferecendo um bom número de templates e temas para os usuários.

Drupal x Joomla x WordPress: comparativo das plataformas

Sistema/FuncionalidadeDrupal             Joomla           WordPress    
Facilidade de uso xx
Segurança xxx
Recursos  xx
Habilidade necessária para utilização           xx
Suporte   x
Comunidade   x

Em termos de facilidade de uso, o Drupal fica para trás, assim como no tema Comunidade (apesar de possuir uma grande comunidade, ela é menos produtiva e com menos pessoas do que as comunidades do Joomla e WP). O Drupal só é líder no único quesito no qual a liderança não é tão interessante, que é o caso da complexidade de uso.

O Joomla é o CMS que mais se aproxima do WordPress em termos de qualidade e pluralidade. Contudo, não consegue superar o WP, conseguindo, no máximo um empate em quesitos estéticos e recursos de personalização.

Já quando o assunto é segurança, é prudente declarar um empate, já que todas as plataformas são de confiança e possuem bons padrões. O que destaca o WP é a atuação do seu suporte e a própria comunidade, que em muitos casos é a melhor opção para sanar dúvidas e corrigir erros (é possível aprender muito com os outros usuários, acredite). 

Magento, Shopify e WooCommerce

Magento

É um CMS focado em e-commerce que leva a marca Adobe para o universo da construção de lojas virtuais e marketplaces. Apesar da pequena utilização no mercado de CMS, apenas 1,2%, a Magento vem crescendo e tem alguns números interessantes. 

Atualmente, a plataforma é utilizada por 12% de todos o e-commerces, tendo dobrado o número de usuários entre 2017 e 2018. Dentre as 10 mil melhores lojas virtuais do mundo, o Magento é o CMS de 16% delas. 

A plataforma é muito usual e escalável, sendo que ela possui uma estrutura mais robusta que os concorrentes. Isso faz dele uma opção muito viável e interessante para os sites que pretender voar alto e querem manter a estrutura estável e sem sustos.

Dado a sua robustez de recursos, é importante dizer que a Magento mira grandes clientes e possui em seu portfólio marcas como:

  1. Nike;
  2. Ford;
  3. Coca-Cola;
  4. Olympus.

A curva de aprendizado de uso do Magento pode ser um desafio para iniciantes ou pessoas que não possuem os conhecimentos prévios de informática, TI e Segurança da Informação. 

A Magento mira grandes empresas e sites, o que significa que, durante seu desenvolvimento, muitos recursos já foram feitos com pensamento em desenvolvedores profissionais.

É possível fazer sua pequena loja virtual com o Magento, contudo, além de mais complexo ele é um dos CMS de e-commerce com maior custo de uso. Nada disso faz dele uma opção menos recomendada, porém, é importante saber que seu preço e complexidade de configuração são alguns desafios.

Shopify

O Shopify é um dos CMSs que apresentou maior crescimento nos últimos anos. Apesar da concorrência do Magento e do WooCommerce, seus números são bastante expressivos, sendo a terceira plataforma de e-commerce mais popular, com 9% de todos as lojas virtuais e marketplaces da web.

Seu uso é mais simples que o Magento e WooCommerce. Além disso, ele é mais adequado para pessoas que pretendem abrir um pequeno negócio e não uma loja virtual de alto volume de vendas. 

Contudo, se você mira grandes números, não há riscos, o Shopify apresenta bom desempenho também para os grandes comércios eletrônicos. 

Em relação ao preço, ele possui um valor de utilização, mas é possível optar pela versão grátis, como o ocorre com o WordPress.com.

Marcas grandes utilizam a plataforma, destacam-se:

  1. Tesla;
  2. Budweiser;
  3. The New York Times Shop;
  4. Red Bull.

 

WooCommerce

Nascido como um plugin do WordPress, o WooCommerce tomou dimensões grandiosas e se tornou praticamente um CMS à parte. Ele possui uma ampla penetração de mercado, dado o seu “parentesco” com o WP, que é muito confiável e utilizado.

Atualmente, estima-se que mais de 3 milhões de sites usem esse CMS, representando 28% de todas as lojas online do planeta. 

Por ser um plugin e estar dentro da plataforma WordPress, o WooCommerce é considerado a extensão mais baixada da base, estando presente em 68% dos sites construídos em WP. 

O mais legal é que existem plugins dentro do WordPress que servem para...um plugin! Sim, é possível encontrar algumas extensões focadas em deixar o WooCommerce ainda melhor e mais prático.

Assim como o Shopify, seu uso é simples e recomendado para pequenas, médias e grandes lojas virtuais. Dentre as principais marcas que confiam no WooCommerce destacam-se:

  1. BBC America
  2. Bloomberg Professional
  3. Sony Music
  4. The Walt Disney Company

WooCommerce x Shopify x Magento: comparativo das plataformas

Sistema/FuncionalidadeMagentoShopifyWooCommerce
Facilidade de uso X 
SegurançaXXX
RecursosXXX
Habilidade necessária para utilização XX
Suporte  X
Comunidade  X

Agora que você viu todos esses números e informações, fica mais fácil entender o tamanho da dominância do WordPress no segmento de CMSs. Além de oferecer uma ferramenta incrível para quem deseja gerenciar conteúdo, o WP entrega:

  1. Uma infinidade de recursos estéticos, temas e plugins para otimizar os sites;
  2. Grande comunidade de usuários que desenvolve mais conteúdo, extensões e ainda ajuda a resolver problemas;
  3. Suporte amplo aos usuário.

E se não bastasse essa presença, o WordPress não demorou para entrar no comércio eletrônico. A aquisição do WooCommerce e melhoria dessa ferramenta colocou a empresa para brigar com os antigos líderes do mercado. E, mais uma vez, o WordPress ganhou essa luta e está no topo do pódio.

Veja também: Como criar uma loja virtual com o WooCommerce

Temas & Plugins WordPress

A liderança do WordPress no mercado de CMS tem muitos motivos, mas o número de temas e plugins disponíveis certamente são um grande destaque. 

Ambos (temas e plugins) foram desenvolvidos para facilitar a criação de estruturas, elementos estéticos, funções e ferramentas, trocando a difícil tarefa de codificar esses recursos em algo prático e acessível em apenas alguns cliques.

Devido ao código aberto do WordPress, os temas e plugins são desenvolvidos por usuários da plataforma. São pessoas com habilidades de codificação, que reconhecem pontos de melhoria e conseguem ir além da identificação do problema, construindo uma solução.

Você vai achar temas e plugins à disposição dentro do dashboard do WordPress.com e também no site do WordPress.org. Lá, você encontra uma biblioteca onde é possível passar horas e horas vasculhando os melhores recursos para o seu site. 

Também é possível encontrar sites “paralelos” que também desenvolvem recursos para WordPress, como o Theme Forest, e fóruns e comunidades online que compartilham suas criações entre os membros. Vale a pena ir além do que o WP oferece em seu marketplace para descobrir diferentes estilos e níveis de criação.

O que são os temas ou templates?

Os templates WordPress são modelos de sites, temas estéticos e de organização de conteúdo que podem ser utilizados como base. Pense os temas como verdadeiros moldes para o seu site. Eles dão uma nova identidade visual com apenas alguns cliques, muito prático e rápido!

Existem temas complexos, que foram desenvolvidos para sites mais robustos, e que vão exigir um pouco mais de domínio do WP na hora de fazer a montagem dos sites e páginas. Há também uma grande quantidade de temas simples e úteis para iniciantes trabalharem sem muita dificuldade.

Você vai encontrar temas divididos entre os grátis e os premium (estes últimos são pagos). Não há necessidade de adquirir um tema para ter um bom site, porém, é inegável que os temas premium são mais completos. 

Temas para blogs, portais de conteúdos e blogs de conversão

Blogs são sites que costumam apresentar uma estrutura mais simples devido às suas finalidades. Geralmente, eles demandam poucos recursos e uma estrutura que prioriza a leitura e apresentação dos posts criados pelos autores.

Inclusive, quando são blogs com foco em conversão (desenvolvidos por uma empresa em um estratégia de inbound marketing), a estrutura não requer muitos elementos. 

A situação é um pouco diferente com os temas para portais de conteúdo, que costumam ser um pouco mais complexos e apresentar alguns elementos extras. Contudo, muitos temas servem para construir qualquer um desses sites. Veja alguns destaques!

Soledad (tema Premium)

O Soledad é um tema comercializado pela ThemeForest que apresenta uma estrutura bastante multifacetada. Ele pode dar vida a diversos tipos de sites, contudo, seu foco são os blogs e os portais de notícias. 

O visual é seu grande trunfo. O tema aposta em muitas imagens e uma home page cheia de conteúdos visuais e textuais para entregar um site elegante, cheio de vida e muito atrativo. 

 

Twenty Sixteen (tema Free)

Dentro da biblioteca do WordPress você vai encontrar uma família de temas com nome de ano (Twenty Sixteen, Seventeen e assim por diante). Eles são muito populares, sendo que o Twenty Sixteen está ativo em mais de 400 mil sites. 

O tema é responsivo e muito recomendado para blogs de leitura devido à forma como distribui os conteúdos na página. Vale ressaltar que o tema possui o novo editor de texto do WordPress, o Gutenberg.

Ashe (tema Free)

Tema bonito e leve que concede uma estética incrível para qualquer blog ou site pessoal. Ele é um tema multi-autor, ou seja, é programado para apresentar os diferentes autores em seus respectivos conteúdos. Ideal para quem está fazendo um blog em parceria com alguém ou mantendo um portal de conteúdos em equipe. 

 

Conversion WP (tema Premium)

Como o nome já diz, ele é um tema focado em sites para conversão, dos quais os blogs corporativos são grandes representantes. 

Ele é um tema bastante democrático devido ao seu uso simplificado. O tema é otimizado para SEO, o que ajuda muito nos cuidados necessários para ranquear seu site. 

Temas para sites corporativos e marketplaces

Sites corporativos tem uma estrutura bastante típica, geralmente com páginas de apresentação de equipe, de serviços e blogs de conteúdo. Já os portfólios exigem temas mais visuais, com preferência para os temas wide, que ocupam a tela inteira e deixam a estética bem agradável e moderna. 

Épico Uberfácil (tema Premium)

Como o próprio nome já diz, esse tema é bastante simples de usar. Muito recomendado para quem pretende ter um site bem atrativo e que não traz muitas dificuldades durante sua montagem.

É possível criar um blog dentro do site para ampliar a conversão e ainda há compatibilidade com plugins de e-commerce. Isso significa que esse tema serve tanto para sites institucionais quanto para empresas que pretendem comercializar seus produtos/serviços pela internet.

 

Wolf WP (tema Premium)

Um tema bem estiloso e bem moderno, já adaptado para ser responsivo e com algo muito legal: adequações ao GDPR, que é a lei de uso de dados da União Europeia. 

O Wolf WP permite a criação de sites com bastante recursos, sendo possível utilizá-lo para um site empresarial, um blog e também para e-commerce. 

 

Zakra (tema Free)

Tema leve, poderoso e gratuito. Ele é focado em performance, sendo um tema que não deixa as páginas pesadas e com carregamento lento. 

Além da performance, ele possui um impacto visual incrível e é compatível com os plugins de e-commerce e com o editor Gutenberg.

 

Divi (tema Premium)

Tema com foco 100% no e-commerce, o Divi é elegante e, ao mesmo tempo, fácil de usar e navegar, o que é essencial para as lojas virtuais. 

Ele possui um editor no estilo arrasta e solta que dá asas à imaginação dos criadores, podendo ser incluídos diversos elementos visuais, mídias e fotos de produtos. O tema contém 46 módulos de conteúdo e 18 templates pré-montados para o visual do seu site.

O que são os plugins?

Os plugins para Wordpress são recursos adicionais que podem ser inseridos nos sites para entregar algum tipo de funcionalidade. Assim como ocorre com os templates ou temas, muitos estão disponíveis no portfólio do próprio WP. Contudo, é possível encontrar plugins em sites paralelos, tanto gratuitos quanto pagos.

A funcionalidade dos plugins é bastante diversa, existem tipos com foco em:

  • Performance;
  • Análise de métricas;
  • Gestão de interação;
  • Controle de comentários;
  • Formulários de contato.

Seria impossível ficar classificando e apresentando os melhores, já que, segundo o WP, existem mais de 55 mil plugins disponíveis só em seu portfólio. Sendo assim, separamos alguns que merecem destaque!

 

Plugins de formulários

Formulários são fundamentais para sites que trabalham com táticas de conversão e inbound marketing. Eles são essenciais para registrar contato de clientes e interessados. 

Portanto, não podem ficar fora dos sites comerciais, institucionais e portfólios. Destacam-se os seguintes plugins:

  1. Contact Form;
  2. WP Forms;
  3. Ninja Forms.

 

Plugins Anti-Spam

Nada mais chato do que encontrar um novo comentário em uma página ou post e descobrir que ele foi feito por um robô e recheado de palavras nonsense e links duvidosos. 

Os plugin anti-spam fazer uma checagem nas interações do seu site e colocam barreiras, como o reCAPTCHA, para evitar que comentários indesejados sejam publicados em seu site. Pode apostar nos seguintes plugins:

  1. Akismet;
  2. Anti-Spam;
  3. Spam Destroyer.

 

Plugins de Segurança

Essas ferramentas servem para ampliar a segurança do seu site, especialmente da área administrativa. Eles são verdadeiros Firewalls, além disso, possuem outras funções extras, como anti-spam e malware scan. Procure pelos seguintes plugins:

  1. All in one WP Security
  2. Cerber
  3. WordFence

 

Plugins de SEO

Que tal usar uma ferramenta que foca em mensurar a qualidade do SEO das páginas do seu site? Isso é muito mais simples do que tentar várias vezes a melhor forma de deixar sua página escaneável. Então, pare de sofrer e busque pelos seguintes plugins:

  1. Yoast SEO;
  2. All in one SEO Pack;
  3. The SEO Framework.

 

Plugins de performance

Algumas ferramentas disponíveis para o WordPress focam na análise de desempenho das páginas e utilizam alguns recursos para otimizá-lo, fazendo com que os conteúdos carreguem mais rápido. E isso é fundamental para uma boa experiência do usuário. Confira:

  1. Autoptimize;
  2. WP Performance Score Booster;
  3. Speed Booster Pack.

 

Plugins Estéticos

São aqueles focados em soluções estéticas para a disposição e exposição de conteúdos, sejam eles fotos, vídeos ou textos. Alguns dos que merecem destaque são:

  1. MetaSlider;
  2. NextGen Gallery;
  3. Elementor Page Builder.

Existem muitos outros plugins que são interessantes e podem ser adicionados ao seu site para deixá-lo ainda melhor. Caso você sinta falta de alguma funcionalidade, pode apostar, tem um plugin pronto para isso!

Como criar um site WordPress

Agora, chegou a hora de colocar a mão na massa. A partir deste capítulo, vamos abordar conceitos mais técnicos para a montagem do seu site em WordPress

Em um primeiro momento, vamos falar de forma geral sobre os principais procedimentos para a criação de um site.

Curso grátis: Como criar seu site WordPress

  

Planejamento do site

O início de qualquer projeto consiste no seu planejamento. Para que o site seja adequado às expectativas, é fundamental que sejam analisados os seguintes aspectos:

  1. Finalidade do site;
  2. Público alvo;
  3. Estrutura necessária para atender às necessidades.

Esses são os pilares para a construção de qualquer tipo de site, desde um pequeno blog até um portal gigantesco. Sem esse cuidado, seu projeto pode naufragar antes mesmo de sair do papel. Portanto, todo cuidado é pouco para evitar desperdícios de tempo e dinheiro.

 

Registro do domínio

O domínio é o nome do site, é a forma como as pessoas vão encontrar sua página na internet. O que o domínio faz é transformar um apanhado de números, que correspondem ao endereço do site na web, e traduzi-lo para uma linguagem textual.

Nenhum site existe sem domínio. Portanto, o registro do domínio é uma etapa fundamental para o início de qualquer projeto. Quem vai desenvolver utilizando WordPress tem duas alternativas: 

  1. Registrar seu próprio domínio (recomendado);
  2. Hospedar seu site dentro dos domínios do WP.

Essa segunda opção é oferecida no plano gratuito do WordPress.com, e o domínio fica da seguinte maneira: www.seusite.wordpress.com.

Dentro das, digamos “regras de etiqueta” da internet, esses domínios são considerados menos profissionais do que os que apresentam o formato “www.seusite.com”. Por isso, a maioria dos sites empresariais, e-commerces, blogs de conversão e portfólios são hospedados em domínios próprios.

Para obter seu próprio domínio, você pode adquirir um plano do WordPress.com que concede o domínio personalizado ou então apostar no uso do WordPress.org e fazer todo o procedimento de registro por conta própria.

 

Escolha da hospedagem

O serviço de hospedagem de site também é imprescindível para colocar qualquer site no ar. Ele é o servidor onde todas as informações de acesso e conteúdos do site ficarão armazenados.

Um bom servidor é fundamental para manter sua página estável e sempre no ar. Além disso, o serviço de hospedagem é quem determina a quantidade de informações, conteúdos e arquivos que podem ser inseridos no site.

Quem utiliza a versão WordPress.com tem à disposição os servidores do WP, que são confiáveis e bastante amplos. É claro que os planos pagos apresentam vantagens de hospedagem, como maior capacidade de armazenamento de arquivos. Porém, a versão gratuita também atende bem a demanda para sites pequenos.

Se a opção for pelo WordPress.org, será necessário contratar um serviço de hospedagem de sites de uma empresa, onde é oferecido diferentes formatos de contratação.

 

Instalação do CMS

Feito o registro do domínio e a escolha do plano de hospedagem de sites, chega o momento de escolher o CMS. Os desenvolvedores que optarem pelo uso do WordPress.com irão “pular” essa etapa e também as anteriores, já que o WordPress se encarrega de tudo isso. 

Quem optar apenas pelo uso do CMS do WP terá que executar o registro, o domínio e, então, fazer a instalação do gerenciador de conteúdo. 

A maioria das empresas de hospedagem de site facilita esse processo de instalação do Wordpress através de instaladores automático. 

No caso, a maioria das escolhas técnicas acima já vem pré-configuradas, e você consegue fazer tudo em poucos cliques, como você pode conferir no link abaixo, com o passo a passo para instalação via Softáculos (dentro do cPanel, que é um dos principais sistemas para gestão de hospedagem no mundo): 

Se você optar pela instalação manual, o WordPress.org apresenta em seus diretórios a “instalação em 5 minutos”, o que demonstra que se trata de algo rápido e prático. Os passos para a instalação manual são os seguintes:

  1. Baixar e descompactar o CMS;
  2. Criar um banco de dados para o WP no servidor e no MySQL. Deve ser criado um usuário com permissão de acesso e modificação total;
  3. Copiar e renomear o arquivo “wp-config-sample.php” para “wp-config.php.”;
  4. Abrir o arquivo renomeado em um editor de texto e preencher as informações de banco de dados para gerar uma senha;
  5. Inserir os arquivos do WordPress no local de preferência sem seu servidor;
  6. Executar o script de instalação do WordPress acessando o endereço “wp-admin/install.php” no navegador.

Se você já configurou o CMS (ou se optou pela modalidade WP.com), chegou a hora de definir as primeiras diretrizes estéticas e funcionais do site. Isso significa escolher o tema a ser utilizado no site e, em seguida, instalar os plugins que você deseja ter em seu projeto.

Cuidados com a arquitetura da informação

Arquitetura da informação é um quesito técnico muito importante no desenvolvimento de sites, sistemas de informação, softwares e aplicativos. Pense no conceito mais comum da arquitetura, que é a arte de utilizar os espaços da maneira mais proveitosa para criar ambientes agradáveis. 

A arquitetura da informação funciona com a mesma lógica, analisando qual a melhor forma de distribuir as informações e conteúdos de um site para que a experiência do usuário seja a melhor possível.

O WordPress apresenta diversos recursos para distribuição e produção de conteúdos, tais como sliders, players de vídeo, painéis com posts etc. Todos esses elementos auxiliam na construção de uma arquitetura da informação nas páginas.

Mas não são apenas os quesitos estéticos que são envolvidos na arquitetura da informação. Ela serve para:

  1. Manter as informações do site organizadas;
  2. Hierarquizar conteúdos;
  3. Criar as categorias e subdomínios do site de forma ordenada;
  4. Produzir o mapa do site.

Um bom site contém uma organização coerente das informações, categorias bem definidas e uma estética agradável. 

Tudo isso é feito com base na arquitetura da informação e, caso seja deixado de lado, vai trazer dois problemas bem sérios para seu site: aversão e confusão de quem visita e baixo ranqueamento nos sistemas de busca. 

Produção de conteúdo e layout

Seu site será apenas um espaço vazio e sem muita utilidade se não houver conteúdos inseridos nas páginas. Portanto, foi dada a largada para produzir as informações, e neste momento é preciso um tanto de atenção.

Os cuidados devem ser nos seguintes aspectos:

  1. Linguagem utilizada, que deve estar alinhada com seu público alvo e sua finalidade;
  2. Tamanho dos conteúdos;
  3. Disposição deles pelas páginas do site.

Junto com esses três aspectos, juntam-se os cuidados com a coerência textual e as normas gramaticais. Afinal, se já é feio errar a grafia em um simples texto, imagine então em plena página da missão da empresa. 

Veja também: Como escrever bem: dicas para criar a estrutura perfeita para sua página

Por fim, mas não menos importante, fique atento à estrutura dos textos. A forma como eles estão escritos fazem toda a diferença para o ranqueamento do seu site. O sistema de busca do Google (e também dos concorrentes) tem como base as regras de SEO. 

Portanto, capriche nos seguintes aspectos:

  1. Utilização de títulos e subtítulos;
  2. Parágrafos não muito extensos;
  3. Uso de palavras chaves;
  4. Uso de tags;
  5. Nome da URL;
  6. Presença de links;
  7. Atualize seus conteúdos com frequência.

Veja também: SEO on-page: o que é e + 7 dicas para otimizar seu site

Juntamente com os cuidados para que seus conteúdos estejam bem escritos, é preciso ter preocupação com a estética. Seu site pode ser incrível, ter conteúdos profundos e interessantes e ranquear bem, mas, se não existir um cuidado com o layout, tudo isso pode ser inútil.

As pessoas são atraídas e tem mais familiaridade com produtos (sejam eles livros, sites etc.) esteticamente agradáveis. Portanto, fique atento a essas dicas:

  1. Escolha um tema que dialogue com a necessidade do seu site, mas que possua um visual interessante;
  2. Aposte em temas wide e one page;
  3. Nunca se esqueça da importância da responsividade para o layout da sua página;
  4. Na verdade, nunca se esqueça de como seu site está visível via mobile! As diferenças estéticas são grandes e, em certos casos, podem ser necessárias mudanças - confira dicas de como otimizar seu site para mobile;
  5. Preste atenção nas cores escolhidas. Elas são capazes de transmitir diferentes sensações (inclusive segurança, confiabilidade, credibilidade etc.) ;
  6. As fontes utilizadas também impactam aspectos como credibilidade, seriedade e confiança;
  7. Aposte no uso de imagens sempre com boa definição, nada de imagens pixeladas, ainda mais quando forem destaque em alguma página.

O WordPress possui muitos elementos que ajudar na construção de uma boa estética para seu site. Dentro de alguns temas você encontra templates prontos para dar um norte à disposição dos conteúdos e formato das páginas. 

E, claro, nunca se esqueça que a internet é o seu maior benchmark. Use e abuse de pesquisa em páginas semelhantes ou de concorrentes para entender qual a leitura deles sobre o segmento que você pretende inserir seu site. 

Essa prática te ajuda a entender quais elementos estéticos parecem adequados e quais estão totalmente fora de contexto.

Segurança no WordPress

Segurança é tema importante para qualquer desenvolvimento de site, desde os mais simples e pessoais até as grandes lojas virtuais e websites de empresas. O último relatório realizado pela Symantec, uma gigante do setor de segurança virtual, apresentou dados preocupantes:

  • Uma em cada dez URLs presentes na internet são maliciosas;
  • Os ataques virtuais cresceram 56%;
  • Cerca de 4800 sites são infectados por scripts maliciosos todos os meses;
  • Os ransomwares (ataques com foco em roubo de dados, controle de senhas etc.) estão crescendo no meio empresarial. Os cibercriminosos estão olhando menos para as pessoas e mais para as empresas;
  • Os ransomwares para dispositivos móveis cresceram 33%.

Esses números apontam que a internet está se tornando lucrativa não apenas para quem faz um trabalho honesto, mas também para hackers e quadrilhas, que estão encontrando diferentes meios de ganhar dinheiro com seus ataques. 

Por ser uma plataforma de desenvolvimento extremamente popular e utilizada por grandes sites (como o site da Casa Branca, por exemplo), é natural que o WordPress receba mais atenção de criminosos. Veja mais alguns dados:

  1. São 73% dos sites desenvolvidos em WordPress que figuram dentro do “Top Million Sites” possuem fragilidades de segurança;
  2. Apenas 39% dos sites em WordPress estão utilizando a versão mais atualizada, que é a mais segura;
  3. Existem mais de 3,9 mil vulnerabilidades detectadas no WordPress. 52% vem de plugins, 11% vem dos temas e 37% são da própria plataforma.

Esses números não devem significar uma mudança de idéia em relação ao WordPress, até porque a troca da ferramenta não vai ser nenhuma garantia. A segurança precisa ser parte integrante do desenvolvimento do site, ou seja, deve ser uma preocupação antes e depois da instalação do WordPress.

Muita coisa pode ser evitada pelo usuário simplesmente ao manejar o WordPress com boas práticas, mantendo-o sempre “em dia” com as atualizações e recursos de segurança.

Antes da instalação do WordPress

Existem alguns poucos passos antes da instalação do WordPress, mas que são muito importantes para a sua segurança. Confira!

 

Hospedagem é fundamental para segurança do seu site

Quem opta pelo uso do WordPress.org vai precisar de um serviço de hospedagem, certo? E de nada vai adiantar instalar plugins de segurança e realizar todos os procedimentos listados acima se o host do seu site for pouco seguro.

O servidor é o cérebro do seu site, por isso, ele precisa estar muito bem protegido contra ameaças virtuais. Os melhores serviços de hospedagem investem pesado na segurança de seus servidores, tanto na segurança digital quanto física. Tudo para que os clientes tenham tranquilidade e não se preocupem com quedas de conexão e possíveis invasões. 

 

Fuja dos logins e senhas comuns

Apesar de serem mais fáceis de memorizar, logins e senhas simples são facilmente quebrados por hackers experientes. Cerca de 8% dos ataques ao WordPress tem origem em passwords e logins fracos, portanto, nada de usar “admin” e “senha123”. 

Opte por senhas com caracteres alfanuméricos e símbolos para criar mais dificuldades aos criminosos que tentam capturar as informações de acesso. 

Veja também: Como gerar senhas seguras

 

Ative a autenticação em duas etapas

A verificação em duas etapas cria uma nova camada de segurança no WordPress. Ela é acionada no momento do login, e funciona como as verificações feitas pelo Google para acesso ao Google Account e por alguns sistemas bancários. 

Para usar o sistema de verificação, basta instalar o aplicativo “2 factor authentication” e configurar no WordPress.

Depois da instalação do WordPress

Após instalar o WordPress é onde a maior parte da sua atenção deve estar com relação à segurança. Separamos alguns pontos principais, veja!

 

Nunca, nunca mesmo, use temas piratas

A pirataria é o grande desafio na internet. Desenvolvedores de sistemas, softwares e games travam uma luta para evitar que seus produtos sejam distribuídos ilegalmente por aí. No WordPress, a pirataria é mais comuns com os temas, que são mais caros. 

Utilizar temas piratas pode abrir brechas invisíveis de segurança nos seus dados, contribuindo para que hackers possam adquirir informações e até garantir acesso ao painel do administrador. 

 

Baixe temas de sites confiáveis

Realmente existem sites onde é possível encontrar temas e plugins de WordPress gratuitos e muito bons, porém, tome cuidado. Em sites colaborativos, há vários desenvolvedores trabalhando de boa fé e criando coisas incríveis para usuários.

Porém, nesses mesmos sites é possível encontrar arquivos desenvolvidos para enganar pessoas. Não são temas ou plugins pirateados, mas sim desenvolvidos contendo malwares e links maliciosos. Antes de instalar, procure referências e comentários sobre o arquivo e o desenvolvedor, e certifique-se de estar navegando por conteúdos seguros. 

 

Instale plugins de segurança

Com tantos plugins à disposição, é claro que existem alguns para aumentar a segurança do seu site. Aposte nessas ferramentas para otimizar os níveis de controle e seguridade do seu site. Aqui vai uma pequena lista:

  1. WP Security Scan;
  2. Login LockDown;
  3. Captcha on Login;
  4. Wordfence Security;
  5. Antivírus.

Remova os plugins que não passam por atualizações

Faça uma faxina nos plugins do seu site e desinstale todos aqueles que não estão sendo utilizados ou que deixaram de receber updates. 

Hackers encontram em plugins desabilitados e sem atualização para acessar o painel de controle ou enviar arquivos para o servidor. Essa dica também vale para os temas do WordPress.

 

Certificado SSL: mais segurança para o site e para quem navega

O Secure Socket Layer (SSL) é um mecanismo de criptografia que serve para ampliar a segurança de dados compartilhados via internet. Com a certificação SSL, os sites passam a adotar o formato HTTPS e exibem um cadeado ao lado da URL, o que é um símbolo de site seguro. 

A criptografia serve para, digamos, embaralhar os dados - como o número de um cartão de crédito - assim, em caso de invasão, um hacker tem muito mais dificuldade para identificá-los e utilizá-los.

Esse nível de proteção é muito importante para qualquer site, especialmente lojas virtuais e sites empresariais que lidam com informações sensíveis sobre os usuários. Investir na obtenção do certificado pode ser uma forma inteligente de potencializar as visitas e compras em um site, uma vez que os internautas estão cada vez mais atentos e cientes sobre a segurança na rede. 

 

Atualize a versão do WordPress

A cada versão, o WordPress fica mais completo e seguro. O download das versões mais novas é recomendado para todos os sites. Faça um backup e atualize. 

Um dos piores erros dos desenvolvedores e administradores de sites em WordPress é não executar a atualização e manter o site operando com uma versão antiga.

Veja também: Como atualizar o WordPress com segurança 

 

Mantenha o tema e os plugins atualizados

A lógica que vale para o sistema do WordPress também serve para os temas e plugins. Certifique-se de fazer a atualização deles para usar sempre a versão mais nova e confiável.

 

Execute backups em intervalos curtos

Sempre faça backup do seu site para manter uma cópia segura. Esse procedimento é recomendado antes de qualquer atualização do WordPress, do tema utilizado e dos plugins.

Assim você garante que, caso algo dê errado, seja possível resgatar a versão do site sem erros.

Otimização de sites WordPress

Com o site construído e pronto para funcionar, a preocupação do desenvolvedor deve se voltar para o desempenho. Fatores como a velocidade de carregamento das páginas, formatação das imagens e formatação das páginas são importantes, tanto para a qualidade do site quanto para a experiência do cliente. 

Por isso, não se deve um site pronto assim que todos os conteúdos e páginas estão prontos. É preciso analisar o desempenho e procurar formas de mantê-lo sempre em um nível satisfatório.

O WordPress possui velocidade bastante satisfatória. Cabe ao administrador realizar alguns procedimentos para reduzir os impactos causados por fatores que reduzem a velocidade do site, como:

  • Instalação de plugins e temas;
  • Uploads de conteúdo;
  • Scripts em execução.

 

Dicas para otimizar seu site

 

Teste a velocidade

Existem alguns plugins e serviços online que mensuram a velocidade de carregamento das páginas. Esse teste é fundamental para analisar se o site está oferecendo uma experiência aceitável para os visitantes, sendo possível comparar a velocidade com de outros endereços. Você pode usar ferramentas online como o GTMetrix ou Pingdom, ou investir em plugins específicos para essa análise. 

 

Faça uma home page leve

A página mais importante do seu site é a home. Por ser a porta de entrada para seus conteúdos, produtos e serviços, ela deve ser atrativa para os usuários e, claro, carregar sem nenhum problema.

Portanto, deixe a home o mais leve possível. Uma página inicial muito pesada vai comprometer seu ranqueamento e prejudicar a primeira impressão que os usuários terão do seu site. 

 

Utilize plugins de cache

Cache é um mecanismo utilizado para reduzir a carga dos servidores. De maneira simples, podemos dizer que ele serve para armazenar informações que são utilizadas frequentemente, assim o navegador não precisa acionar sempre as mesmas informações do servidor. 

O cache pode melhorar a performance, por isso, é um recurso muito utilizado para otimizar o desempenho de sites em WordPress. Existem plugins de cache que são ótimos aliados para obter um site rápido. Alguns exemplos são o W3 Total Cache e o WP-Rocket

 

Otimize as imagens utilizadas

Um site com poucas imagens e muito texto é algo terrível para o usuário. Elas dão uma cara mais amistosa e interessante para qualquer website, porém, se não houver cuidado com o tamanho e o formato, o site pode perder muito desempenho. 

Para evitar páginas pesadas por conta de imagens, edite seus arquivos, faça compressão das imagens e escolha os melhores formatos (JPEG e PNG). 

Existem sites na web que fazem a compressão de imagens, otimizando-a para sites. Caso você desenvolva alguma arte em sistemas como Photoshop ou Illustrator, não se esqueça de utilizar o recurso “salvar para web”, que já produz arquivos otimizados para a internet. 

 

Divida conteúdos longos em várias páginas

A paginação adequada dos conteúdos aumenta a velocidade e potencializa o ranqueamento do site. Divida conteúdos grandes em mais páginas para otimizar o tráfego e a experiência dos visitantes. 

 

Otimize o MySQL

O MySQL gerencia os dados do site em WordPress. Conforme o tempo passa, é natural que esse banco de dados cresça e seu acesso fique mais lento. 

Para evitar que esse processo impacte na velocidade de carregamento, é necessário otimizar essa base. Para isso, acesse o phpMyAdmin no dashboard do WordPress, selecione as tabelas do seu site e clique na opção “otimizar tabelas”.

 

Atualize o PHP

O PHP é o formato de código utilizado no desenvolvimento do WordPress. É possível migrar para outras versões, por exemplo, do PHP 5 para o PHP 7. Os benefícios de aumento de performance são significativos, já que o PHP 7 pode processar 112% mais pedidos por segundo que o PHP 5, o que resulta em um desempenho até 50% melhor.

 

Descubra o que mais atrapalha a performance do seu site

Pense no WordPress como um carro que está consumindo mais combustível do que o esperado. Os motivos podem ser variados, desde um problema no motor até um simples pneu descalibrado. 

No seu site pode ocorrer a mesma coisa: uma queda de desempenho que necessita de identificação. E para encontrar o problema é possível utilizar recursos, como o Plugin P3 (Plugin Performance Profiler). Ele analisa o site como um todo e elenca quais são os recursos que estão consumindo mais memória e atrasando o carregamento do site, facilitando a correção. 

 

Minificar CSS, HTML e JavaScript

Minificar significa retirar dos arquivos de front-end e scripts - HTML, CSS e JS - todos os caracteres que não servem para nada, como espaços e comentários. O resultado é um arquivo mais leve, com a mesma funcionalidade e sem o volume extra. Existem plugins para executar essa tarefa, como o W3 Total Cache e Autoptimize.

 

Ativar compressão GZip

Arquivos minificados ainda podem ser comprimidos para se tornarem ainda mais leves, o que vai aumentar ainda mais o desempenho do site. Não se preocupe com a complexidade dessa tarefa, plugins como WP-Rocket fazem o trabalho sujo para você.

Sites atrativos são aqueles que carregam sem problemas e com uma velocidade adequada. Pode apostar: as pessoas vão desistir do seu site e buscar outro semelhante caso a velocidade de carregamento não seja adequado.

BÔNUS: Dicas de desenvolvimento em WordPress

Para fechar esse conteúdo sobre o WordPress e seu potencial, vamos apresentar algumas informações extras, tais como linguagens de programação e algumas ferramentas de desenvolvimento que você precisa conhecer.

WordPress e as linguagens de programação para back-end

O WordPress utiliza duas linguagens de programação em sua construção de back-end: SQL e PHP. 

  • A linguagem PHP serve para incluir elementos ao site, construir os recursos que são aplicados no WordPress;
  • O SQL é uma linguagem voltada para os dados, inclusive, o MySQL nada mais é do que um recurso inserido dentro do WordPress para gestão dos dados.

 

PHP

Surgia em meados dos anos 90, PHP é uma linguagem interpretada livre, que é usada para desenvolvimento de aplicações web, capazes de gerar conteúdo dinâmico na internet. 

É uma linguagem que pode ser inserida em código HTML para construção de sites e que, em muitos casos, dispensa o uso de arquivos externos para processamento de dados. O PHP é a linguagem utilizada por CMS como o WordPress, Joomla, Drupal e Magento. 

De acordo com o índice Tiobe, que ranqueia as linguagens mais utilizadas no desenvolvimento de tecnologias digitais, o PHP é a 9ª linguagem mais utilizada no mundo, atrás das extremamente populares Java, C, C++, C#, Phyton e JavaScript. 

O PHP é utilizado tanto no front-end quanto no back-end de um site WordPress. No back-end, ele é muito útil para aplicação de recursos utilizando a outra linguagem mencionada aqui: o SQL.

 

SQL

SQL é a linguagem padronizada para manipulação de banco de dados através de Sistemas de gerenciamento (conhecidos como SGBD). Todos esses sistemas oferecem uma interface de controle de dados baseada em SQL, sendo que a linguagem permite a execução de tarefas como:

  1. Inserir/alterar registros;
  2. Criar objetos no banco de dados;
  3. Gerenciar usuários;
  4. Consultar informações do banco;
  5. Controlar transações.

Em sites desenvolvidos em WordPress, o SQL é aplicado para gerenciamento de banco de dados e informações importantes do site. Através do painel de controle do PHP é possível executar comandos SQL para:

  • Trocar URL;
  • Alterar apenas o caminho das imagens;
  • Substituir usuário de nome padrão;
  • Resetar password;
  • Transferir a autoria de um conteúdo;
  • Exportar e-mail de comentários.

Para quem trabalha na área de desenvolvimento em WordPress, é fundamental estudar e buscar cada vez mais conhecimento sobre essas duas linguagens. Por mais que todo o sistema do WordPress seja construído para reduzir a necessidade de domínio de linguagens de programação, é inevitável que haja um contato.

Certas configurações do seu site só serão bem ajustadas com um pouco mais de conhecimento técnico. Portanto, vale a pena se aprofundar um pouquinho mais no WordPress e nas suas linguagens para extrair o que há de melhor no CMS. 

 

WordPress e as linguagens de programação para front-end

Quando o assunto é front-end, o WP utiliza CSS, Java e HTML como as principais linguagens. Essas são as 3 principais linguagens utilizadas na internet, por isso elas são tão importantes no desenvolvimento de sites. 

HTML

Principal linguagem utilizada para desenvolvimento de sites, o HTML foi criado para ser facilmente interpretado por seres humanos e máquinas. 

Ela é baseada em marcação, onde os elementos são marcados com tags para apresentar as informações que a página exibe. Durante o desenvolvimento de sites, o HTML se mistura com outras linguagens, por isso, seu desenvolvimento é feito em camadas. 

O HTML é a leitura em código do site e dos elementos. Um arquivo HTML possui em texto tudo aquilo que uma pessoa visualiza ao navegar em um site, e cada linha de texto representa um elemento ou comando. 

CSS

CSS é a linguagem usada para dar estilo a elementos escritos em uma linguagem, como o HTML. Ele separa o conteúdo e a representação visual do site. Digamos que o CSS é uma espécie de decorador da página, sendo possível executar comandos como troca de cores de texto, alteração do fundo, espaçamento de parágrafos etc.

A relação é intensa entre HTML e CSS. Enquanto a linguagem de marcação (HTML) é o alicerce do site, o CSS a complementa com a estética necessária para otimizar a experiência do usuário. Basicamente, o CSS elimina a necessidade de escrever em HTML os elementos estéticos, facilitando a construção do site.  

JavaScript

JavaScript é a linguagem que permite implementar itens mais complexos à uma página web. De forma simples, podemos dizer que tudo aquilo que não é informação estática (como fotos e textos, por exemplo) é construídos graças ao JS. Estamos falando de elementos como:

  • Conteúdos que atualizam em um intervalo de tempo (como placar ao vivo de sites esportivos);
  • Mapas interativos;
  • Gráficos animados.

Ele é a última das linguagens mais importantes no desenvolvimento front-end de sites. Primeiro vem o HTML com os elementos, em seguida o CSS com a estética e, por fim, o JavaScript para ampliar a interatividade e dar “animação” às coisas.

Ferramentas úteis para desenvolvimento em WordPress

Algumas ferramentas extras podem auxiliar um desenvolvedor durante a criação de um site em WordPress. Abaixo estão listadas algumas das mais interessantes e úteis:

  1. Developer: o developer é um plugin gratuito do WordPress que foi desenvolvido pela Automattic em parceria com alguns dos melhores devs da área. A finalidade dela é auxiliar na escolha dos melhores plugins e ferramentas para o tema escolhido. Conforme você dá algumas informações sobre o seu projeto, o plugin aponta o que é essencial. 
  2. Widget Monster: esse plugin serve para testar a funcionalidade e aplicação de widgets em seu site WordPress. Ele também tem uma versão específica para testar as funcionalidades do WooCommerce no seu site.
  3. Theme Check: plugin que checa o tema escolhidos e procura todas as informações relacionadas a ele.Cruza com o que foi desenvolvido em seu projeto para averiguar se há algum erro que pode resultar em rejeição do tema para o diretório de plugins. 
  4. WP-CLI: Um conjunto de ferramentas de linha de comando que auxilia no gerenciamento de instalações do WordPress. Com o WP-CLI é possível atualizar plugins, implementar instalações em múltiplos sites e muito mais, sem necessitar de um navegador da Web.

Conclusão

O WordPress é uma tecnologia incrível para desenvolvimento de sites. Ela se destaca pela capacidade de ofertar oportunidade de desenvolver sites com alta qualidade e funcionalidade à pessoas que não são mestres em código.

Além disso, a comunidade de desenvolvedores do WordPress é altamente produtiva e oferta conteúdos, tira dúvidas, ajuda com o suporte, dá dicas de ferramentas e muitos mais. Existe uma sinergia grande e muita gente trabalha duro para deixar o WordPress melhor, mais fácil e mais seguro.

E por falar em segurança, apesar de termos destacado alguns números sobre o tema, é importante dizer que o WordPress oferece muitas opções para manter seu site seguro e longe de qualquer ameaça. 

Se você se preocupa com esse assunto, mas não entende a fundo sobre seu funcionamento, fique tranquilo, com certeza você vai encontrar plugins e ferramentas para manter tudo em ordem e longe do alcance dos hackers!

Por fim, nunca é demais reforçar que o WordPress é uma ferramenta em plena expansão e evolução. A cada dia ele amplia sua dominância no mercado de CMS e, ao mesmo tempo, reforça suas qualidades e corrige seus defeitos para se tornar ainda mais adequado para os usuários. 

Seja você um desenvolvedor de primeira viagem ou alguém já acostumado com este trabalho, em algum momento vai acontecer o contato com o universo do WordPress. Quando esse momento chegar é bem importante estar preparado para extrair o máximo da ferramenta. 

Foi isso que pretendemos oferecer para você ao longo desse conteúdo: base de conhecimento e informações úteis para encarar o WordPress sem problemas e fazer dele um verdadeiro aliado da sua criatividade para formular sites.

Bem vindo ao mundo do WordPress. Explore-o, e aproveite para se divertir e aprender com ele!

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